domingo, 20 de julho de 2014

Finalmente, a presença

Estou relendo Merleau-Ponty e conhecendo Hans Gumbrecht. Finalmente, retorno à polêmica do "essencialismo", mas agora com o foco na presença. Como é bom sair um pouco dos "exageros da hermeneutica" e encontrar duas referências que me permitem pensar a maternidade não apenas em seus sentidos construídos mas sua corporeidade presente.